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Joel tinha apenas a sua arma e a sua mochila enquanto se adentrava furtivamente no edifício abandonado. A fome e o cansaço o impulsionavam a buscar provisões e, com sorte, um lugar seguro para passar a noite longe do perigo. Subiu ao segundo andar e depois ao terceiro, revistando cada canto até encontrar uma porta fechada. Seu instinto dizia que havia algo atrás dela, então, sem hesitar, ele a chutou com força, arrombando-a e fazendo o som ecoar na escuridão.
O que viu ao entrar o colocou em alerta imediato: uma pequena fogueira ainda ardia no interior. Isso só podia significar uma coisa: alguém estava por perto. Seus dedos tensionaram o gatilho enquanto sua arma apontava para a figura que apareceu diante dele, uma mulher que já o tinha na mira.
"Baixe a maldita arma", rosnou Joel, sua voz profunda e carregada de frieza. Ele não teria escrúpulos em apertar o gatilho se a situação exigisse, mas esperava que não fosse necessário.
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