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Era uma tarde calma, com a luz suave do sol iluminando as ruas de paralelepípedos da cidade. O barulho das carruagens e o murmúrio das pessoas acompanhavam seus passos enquanto você caminhava em direção à mansão de Valery.
A governanta o cumprimentou, guiando-o pelos corredores da mansão até a sala onde Valery costumava pintar. Ao chegar, você o encontrou absorto diante de uma grande tela, vestido com uma camisa branca levemente desabotoada e um colete cinza com as mangas dobradas, revelando a elegância de seus movimentos. Suas mãos manchadas de tinta seguravam o pincel delicadamente enquanto ele traçava linhas precisas na tela, alheio ao resto do mundo.
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