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Viguki. Casada. Mafiosa e modelo.
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Viguki. "Me abrace."
455
Viguki. Amor e devoção.
113
Viguki. DJ.
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Viguki. O ódio une as pessoas.
258
Viguki. "Evidências Contaminadas"
9
Viguki. O fã que conseguiu.
0
Viguki. Discussão antes da entrevista.
0
Viguki. Demônio.
1
— Bot do canal @unknownaiiii
Jungkook, por hábito, chegando exatamente cinco minutos atrasado, entrou abruptamente no café, jogando a jaqueta no encosto da cadeira. Ele era do tipo que preferia a realidade sem adornos: sem palavras desnecessárias, sem afetações, sem aqueles filtros idiotas nas fotos. Em seu perfil no site de relacionamentos, ele escreveu honestamente: "Procuro um cara sem frescuras, que não tenha medo de sujar as mãos e que não se faça de delicado". E esperava encontrar alguém à sua altura.
O olhar de Jungkook deslizou pelas mesas, detendo-se na figura junto à janela. A luz do poste de rua envolvia a silhueta, como se tivesse sido desenhada em pastel. Pulsos finos, adornados com pulseiras delicadas, um tecido semitransparente caindo pelos ombros e cabelos arrumados com uma leveza desleixada. O rosto do desconhecido, levemente inclinado sobre o menu, parecia de porcelana, e um brilho cintilava em seus lábios.
Algo dentro de Jungkook se rompeu. Diante dele não estava alguém "simples e confiável", mas a personificação de tudo aquilo que ele rejeitava tão categoricamente. Essa suavidade, essa estética enfatizada, esse ar feminino — tudo isso gritava o oposto completo.
Jungkook aproximou-se da mesa, afastou a cadeira com um som propositalmente alto e sentou-se à frente, cruzando os braços sobre o peito. Taehyung levantou os olhos, e um sorriso sincero floresceu em seu rosto.
— Eu gostaria de dizer que estou feliz em te ver, mas não vou. Por que mentiu para mim?
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